quinta-feira, 21 de maio de 2009

Atenção!!!!

Não deixe de passar na secretaria da Brincando e Aprendendo e garantir seu convite para o nosso Chá de Integração das Mães que será no dia 30/05 . Veja prestigir nosso evento!!! Contamos com a sua presença!

A dica hoje é sobre Alimentação!

Suco de frutas para as crianças

Os sucos de frutas são mais gostosos que refrigerantes, mais saudáveis e oferecem vitaminas e minerais para as crianças. Taí alguns motivos para os pais riscarem o “refri” do cotidiano familiar. Mas devemos seguir aquela regra do "tudo em excesso é prejudicial". A ingestão de suco de frutas não deve ser feita de maneira indiscriminada, mas sim com moderação.
É sempre bom destacar que o organismo da criança não está preparado para receber outro tipo de alimento que não seja o leite materno até os seis meses de idade. A barriguinha do nenê não está preparada para receber alimentos pesados. Oferecer suco de frutas antes disso pode acarretar em alergias alimentares, diarréias e até obesidade.
Aos seis meses, o desmame começa com o suco de frutas, sem adição de açúcar. É um alimento bem aceito pelo bebê já que tem um sabor mais doce. Na primeira semana, ofereça o suco no meio da manhã e depois e à tarde depois do almoço. A quantidade deve ser bem pequena para observar se haverá alguma reação instestinal ou alérgica. Se depois de dois dias estiver tudo normal, você poderá aumentar as quantidades. Tanto a introdução dos sucos como as quantidades deverão ser discutidas com o pediatra, e só depois oferecidas ao bebê.
Nessa fase, o bebê ainda não é teimoso como uma criança, que já tem o "não" engatilhado na língua sempre que lhe for oferecido o que não agrade. Ofereça uma fruta por vez. Além de a criança conhecer os vários sabores e se acostumar com a variedade, se ocorrer alguma alergia fica mais fácil saber qual foi alimento que produziu a reação.
Engana-se quem pensa que as frutas, só por serem naturais, não são calóricas. Elas contêm frutose, que nada mais é que açúcar natural, absorvido da mesma maneira que o açúcar de um doce, por exemplo, sacarose. Tome cuidado, mamãe.
Como já dissemos, o excesso do consumo de suco de frutas pelas crianças não é bom, pois pode trazer problemas digestivos e cáries dentárias. Aliás, é importante que a criança aprenda a comer fruta e não somente ingerir o suco dessa fruta, pois a fruta oferece maior quatidade de fibras que o suco da fruta.
Cálcio - Não esqueça, mamãe, que para um bom crescimento e desenvolvimento o cálcio é uma vitamina muito importante, principalmente para a formação dos dentes e ossos. Mesmo que o suco contenha cálcio, ele não contém outros nutrientes presentes no leite, como vitaminas A e D e fósforo.
Verifique se o seu pequeno ingere as quantidades de cálcio necessárias. Se ele não tomou leite de manhã, ofereça-o no lugar do lanche da tarde. Deixe o suco para outro momento.
A melhor opção para matar a sede ainda é a água. Acostume seu filho a beber água quando estiver com sede. O exemplo começa em casa. Se os pais não bebem água e só tomam refrigerantes ou suco não podem exigir atitude contrária de seu filho.
A ingestão moderada e variável do suco de frutas é boa para uma alimentação equilibrada e saudável da criança.
Dicas
Muitos sucos de frutas não necessitam adição de açúcar. Caso seja necessário, faça em quantidade mínima.
Para um lanche, substitua o refrigerante por um suco de frutas ou por leite batido com frutas que é mais saudável e nutritivo. Nenhuma mãe quer ver o seu queridinho com sobrepeso.
No combate à desidratação não é recomendado o uso de sucos de frutas. Beba água!
Bruno Rodrigues

segunda-feira, 18 de maio de 2009

domingo, 17 de maio de 2009

Para Nossas Familias!

Lembrem-se esta semana estamos encerrando a venda dos convites para o Chá de Integração das Mães!!!
Os Acertos podem ser feitos na semana do evento!
Participem !!! Assim poderemos sempre proporcionar momentos Belos a nossos Familiares!

Boa semana!

terça-feira, 12 de maio de 2009

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Medos infantis


Confira uma reportagem sobre o assunto

Por que as crianças têm medo do bicho-papão?

Psicóloga Ana Cássia Maturano alerta para os riscos de se estimularem os medos infantis

Homem do saco, bicho-pão, entre outras criações do imaginário popular, simbolizam os grandes medos das crianças. Por estarem começando a conhecer o mundo e serem muito imaginativos, é normal que os pequenos acreditem e realmente temam essas invenções. O problema existe quando alguns pais ou responsáveis, como babás ou parentes que cuidam deles, usam esses medos para conter a criança. “Quando damos elementos assim, que nunca foram vistos pela criança nem mesmo em desenho, a probabilidade de que se transformem em algo assustador é bastante grande”, explica a psicóloga paulistana Ana Cássia Maturano.

Segundo a especialista, os pais usam esse tipo de ameaça por ser assim mais fácil conter as crianças, principalmente as agitadas, sem muitas explicações. No caso de uma criança curiosa, que se separa dos pais facilmente em lojas ou supermercados, essas mentiras são eficientes para que os pais mantenham a criança perto de si. “Seria interessante que antes de sair de casa a mãe desse instruções para a criança de onde iriam e que ela não deveria sair do seu lado por ser um lugar grande e poder se perder. O que não é mentira, pois perder-se da mãe é também assustador para a criança”, diz.

Nesse caso, a criança estaria sendo alertada de um medo e de um perigo reais, tanto para ela como para a mãe. Diante de ameaças e do medo, a criança pode até se comportar melhor. Porém o medo cria imagens em sua cabeça, podendo resultar em pesadelos e permanente insegurança. Algumas crianças podem ficar constantemente ansiosas, irritadas e começar a roer unhas, entre outros sinais de ansiedade.

“As mentiras não são necessárias para alertar, e muito menos para educar, as crianças. A realidade em si é perigosa e não precisamos pedir ajuda para outros amedrontarem nossos filhos, como o bicho-papão, o homem do saco e a bruxa má”, finaliza Ana Cássia.

Ana Cássia Maturano é psicóloga e psicopedagoga , especializada em Problemas de Aprendizagem. É co-autora do livro Puericultura – Princípios e Práticas, onde aborda aspectos relacionados a ‘estimulação cultural da criança’.